Confira e relembre os textos mais acessados em 2019!!!!

DEPRESSÃO PELOS OLHOS DE UM DEPRESSIVO

Depressão é uma doença diferente, enigmática e de fácil julgamento. Primeiro por que ela não se manifesta fisicamente (de inicio, é claro). Depois por que a depressão não tem uma causa comum a todos. Tipo câncer de pulmão, que é causado pelo cigarro. A depressão vem de dentro de nós, mas cada pessoa tem um caminho diferente para chegar até lá. E por fim, é uma das doenças mais julgadas pelas pessoas. Como ela não se mostra de cara, as outras pessoas acham que é frescura, falta de religião ou pedido de atenção.

As pesquisas falam que a depressão é a doença do milênio, e que grande parte da população mundial está sofrendo disso. Mas eu só vejo pessoas debochando, brincando e julgando o depressivo. Não é como se a gente quisesse ter depressão, tá? É uma doença como outra qualquer, ninguém pede para ter.

A vida de uma pessoa com depressão é como a previsão do tempo: amanhã diz que vai ser um dia ensolarado, mas acaba chovendo no final da tarde. Mesmo que tudo aparenta ser luz, às vezes, a onda da bad vibes simplesmente resolve fazer uma visita. Nada é sempre 100%.

Eu não sei explicar bem como é a depressão que eu sinto, e por isso não posso generalizar. Tem dias que acordo bem, tenho um ótimo dia, e no outro amanhecer, simplesmente não quero sair de casa. São inúmeros sentimentos que lutam na direção contraria de uma força interior que tenta te empurrar para o mundo lá fora.

Algumas pessoas que me conhecem, que convivem comigo ou mesmo que me seguem no Instagram não imaginam que fui diagnosticado com depressão. Sou uma pessoa sorridente, que estuda, trabalha, corre atrás dos seus sonhos e que ama viver. O estereótipo de alguém com depressão não bate muito com o jeito que terceiros me veem. E isso é mais comum do que imaginamos.

Você pode me ver bem arrumado e sorridente, por fora. Por dentro, o sentimento pode ser de um vazio, cansaço e de alguém que não queria ter tirado seu pijama e muito menos ter levantado da cama. Nem tudo é tristeza, nem tudo é alegria. Eu diria que tem dias que vão de 8 à 80. A pessoa que está ao seu lado pode ter depressão e você nem imagina. Já pensou nisso?

A dor do outro é imensurável por alguém que não o sente. A empatia muitas vezes falta. Uma simples mensagem de “Tudo bem?” pode mudar a previsão do tempo de nublado para céu aberto. Tem gente que prefere ficar no seu canto de vez em quando até se sentir bem novamente, mas também tem gente que só espera o apoio e a presença de pessoas que ama para voltar ao seu estado normal.

Como já disse, a depressão é diferente para cada pessoa. Assim como eu amo viver, outros só conseguem pensar em tirar a própria vida. Para mim, a morte não é a solução dos problemas, mas para outros, é…

Certa vez, convivi com um depressivo, antes de eu ter o mesmo diagnóstico. A raiz da depressão dele era a perda de alguém muito importante. Durante esse período, eu fui eu mesmo, do meu jeito, sem forçar nada e nem dar uma de psicólogo.

Quando me falavam que fulano estava em depressão, eu não imaginava como era e nem a intensidade, até conviver no mesmo ambiente. Eu não conhecia mais aquela pessoa. Não tinha mais os mesmos gostos, não sentia prazer em fazer o que costumava amar, apenas vivia no automático e se isolava sempre que possível.

Então, eu descontrai, apoiei, incentivei a fazer as coisas que gostava, defendi em algumas ocasiões e estive presente. Aos poucos fui vendo aquela pessoa voltar a ser quem eu conheci anos atrás. Hoje, ele não está curado, mas vive e convive de outra maneira. E eu continuo presente.

Se você me pedisse um conselho, eu diria: apoie o depressivo que está ao seu lado, esteja presente, não fale só sobre esse assunto, chame-o para distrair a mente, incentive-o a procurar um psicólogo e um psiquiatra. Atitudes desse tipo podem mudar totalmente a vida dessa pessoa.

Eu não sei se há uma cura para essa doença, ou se esses sentimentos negativos vão estar sempre ali guardadinho só esperando um gatilho para ressurgir. Eu só sei que preciso lutar contra isso todos os dias e que tudo podem ser flores, desde que eu regue-o diariamente.

O DIA EM QUE PERDI MEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO…

Tem coisas na vida que acontecem de surpresa e sem a gente planejar. Tem coisas que não fazem falta em nossa vida, mas quando acontece, nos perguntamos como vivemos tanto tempo sem isso. Tem coisas que preenche o vazio de nosso coração sem nem ao menos percebemos que faltava um pedacinho ali. E essa “coisa” não é uma coisa, na verdade, é um amigo de quatro patas, um bichinho de estimação, um parceiro feito de pelos, inocência e amor incondicional.

Me lembro até hoje do dia em que encontrei minha gatinha na rua, abandonada por um ser humano sem coração, com fome e cheia de pulgas. Ela era tímida, desconfiada e medrosa. Mas ao mesmo tempo, era a criatura mais linda que já vi na vida. Era uma bolinha de pelos que cabia na minha mão. Suas cores irreverentes se destacavam no meio daquele terreno abandonado. Eu não podia sair dali sem ela. Então, fomos para casa juntas.

Ao longo dos anos, meu amor por aquele animal foi tomando todo o meu coração. Era uma alegria tão boa ao chegar em casa e ver aquela coisinha peluda deitada no sofá me esperando com uma carinha de quem dormiu o dia todo. Era como se ela pudesse falar “nossa, como você demorou”. Logo em seguida, acompanhava meus passos pela casa até a hora de eu colocar o patê preferido dela no potinho. Depois disso, ela tomava aquele banho de gato e deitava no tapete da sala para assistir TV comigo. Eu sei que ela não assistia de fato, mas fazia questão de me fazer companhia.

Todos os dias foram lindos, cheios de amor, com muitos pãozinhos amassados (algo que só os gatos fazem) e muitas cabeçadinhas pedindo carinho. Até um dia em que cheguei em casa e ela não estava mais no sofá me esperando. A tristeza tomou conta de mim e aquele amor no coração foi preenchido por um vazio imensurável.

Eu nunca tinha pensando em como eu viveria sem minha gata e nem como seria tudo isso. A gente nunca gosta de pensar nessas coisas né! Nunca estamos preparados para perder uma pessoa ou um animal que amamos muitos. Hoje, posso dizer que a dor é igual. Desde que seja um ser que amamos e que vai fazer uma enorme falta no nosso dia a dia, a dor é devastadora.

Como vou dar risada das brincadeiras loucas dentro de casa, dos surtos de corrida do nada, do barulhinho de motor que saia do peito dela quando recebia carinho e do aconchego na hora de dormir?

Não sei dizer como será os próximos dias, mas o que eu sei, é que enquanto ela esteve comigo, ela foi muito amada, muito mimada e teve o melhor que pude dar. O meu conforto é saber que tirei aquele animalzinho da rua e dei uma vida digna a quem não tinha esperanças de viver, mesmo sem saber o que era a vida.

Sabe, os animais nos despertam o melhor na gente: a empatia, o amor incondicional, o perdão, a força de seguir em frente. E hoje, sou grata por tê-la tido em minha vida por todos esses anos.

Quando se adota um animal, não imaginamos como vão ser os próximos dias. É um processo de aprendizado para ambos os lados. A primeira comida no potinho, o primeiro uso da caixa de areia, o primeiro ronrom de felicidade, o primeiro aconchego na hora de dormir e o primeiro objeto destruído em casa. Apesar de tudo, inclusive da tristeza da perda, eu diria que adotar essa gata de rua foi uma das melhores decisões que tomei na minha vida. E faria tudo isso de novo.

5 COISAS QUE APRENDI COM O LUTO

Ok, esse é um daqueles textos que você reflete sobre como coisas ruins fazem você aprender alguma coisa. Isso parece estranho, eu sei, mas acontece. O luto e a morte de alguém próximo fazem a gente pensar…

Quando chegamos a fase adulta, percebemos que amadurecemos com o tempo, que evoluímos como pessoa, que nossa mãe tinha razão sobre como iriamos repensar algumas atitudes e após vivenciar o luto, essa mesma reflexão passa na cabeça: não somos a mesma pessoa de antes.

Eu não sou mais a mesma pessoa de anos atrás, e nem você. Após alguns acontecimentos, bons ou ruins, nosso “eu interior” vai se modificando e se moldando ao longo da vida. Eu diria que se você me conheceu há um ano, você já não me conhece mais. O luto faz isso com a gente.

Quando recebemos a noticia de que alguém faleceu, já é algo que nos faz refletir que a vida é curta e frágil. Mas quando você perde alguém que ama, começa a dar valor as pessoas importantes que estão ao redor. O pensamento de perder quem amamos é aterrorizante e imaginar como seria viver sem essa pessoa é de dar calafrios.

Mas então, o que eu aprendi com o luto?

DAR VALOR AS COISAS SIMPLES

Como dizia Chorão em sua música: “Agora sei o quanto é precioso o nosso tempo. A gente tem que dar valor. Certas coisas não têm preço”. Pode até ser clichê, mas é um fato. Momentos simples como tomar um café da manhã ou ficar na varanda conversando faz falta quando não podem mais ser vividos.

DEDICAR UM TEMPO PARA FICAR COM QUEM AMAMOS É IMPORTANTE

Sabe aquele parente que você gosta muito, mas que para chegar na casa dele é preciso mais de 1 ônibus e sempre deixamos pra outro dia? Então, quando não pensamos que a vida passa tão rápido, parece bobeira. Mas quando perdemos essas pessoas, ficamos pensando em quantas vezes ficamos no sofá assistindo TV em vez de ir lá almoçar juntos.

Agora, eu prefiro pegar mais de uma condução e ter momentos vividos com essas pessoas do que o arrependimento de não ter o visto o suficiente.

DEUS NÃO TEM CULPA

A fé é algo imensurável, não há como negar o seu poder e seu efeito em nós. Mas algumas vezes, pessoas enlutadas, culpam Deus por ter levado aquela pessoa que tanto amava.

Eu cheguei à conclusão de que Ele não tem culpa. A vida nos foi dada, propósitos foram feitos e o nosso ultimo suspiro chegará algum dia. Nos basta aproveitar esse intervalo e viver da melhor maneira possível.

O LUTO TEM VÁRIAS FASES

Negação – Esse momento é marcado pela resistência em acreditar que o fato realmente aconteceu e até mesmo falar sobre o assunto. A dor é inexplicável e há uma grande dificuldade em lidar com a perspectiva de um futuro sem a pessoa.

Raiva – Nessa fase, a pessoa percebe que a perda realmente aconteceu e que não é possível reverter a situação. A tendência é que a dificuldade em se conformar seja canalizada em raiva.

Negociação – Para aliviar a dor, a pessoa começa a fantasiar a ideia de reverter aquela situação. Essa negociação acontece na cabeça da própria pessoa e, muitas vezes, é voltada para questões religiosas.

Depressão – Normalmente é a fase mais longa do processo de luto, e é caracterizada por um sofrimento maior. É marcada por uma sensação de impotência, melancolia, culpa, ansiedade, crises de choro, desânimo e desesperança. Entre outros fatores, também é comum que a pessoa tenda a se isolar por um período indeterminado.

Aceitação – Ao passar pelas quatro fases do luto, finalmente a pessoa chega a fase de aceitação e começa a ter uma visão mais clara e realista do que está acontecendo e aceita a perda do seu ente querido. A angústia e tristeza dão lugar a tranquilidade e a uma saudade sem dor.

O AMOR IMPORTA

E por ultimo, mas não menos importante: o amor importa! Sendo a vida tão breve e passageira, nos basta expressar o amor por aqueles que amamos.

Se você está com saudade, liga ou manda uma mensagem. Se você ama, expresse! Se você se importa, fale! Só não deixe pra fazer isso no dia do velório. As lágrimas não valerão de nada, mas o amor vivido vale por uma eternidade.

Aproveite enquanto você pode!

9 TIPOS DE DEPRESSÃO MAIS CONHECIDOS

Depressão é um assunto que está ganhando mais visibilidade ao longo do tempo, pois muitas pessoas estão sendo diagnosticada com tal doença. Além de todo pré-conceito em cima da depressão ser entendida como “frescura” ou “falta de Deus”, existem vários tipos de depressão que desconhecemos. De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, mais de 10% da população mundial sofre com depressão.

Já é comprovada pela ciência que depressão é uma doença psiquiátrica crônica que abala o emocional dos indivíduos que a possui. A tristeza e o isolamento social não são os únicos sintomas de depressão. Inclusive, é possível ter essa doença sem ao menos apresentar tristeza. Por isso, existem diversos tipos de depressão e seus sintomas. Abaixo vamos aprender os tipos mais conhecidos.

EPISÓDIO DEPRESSIVO

É um período de tempo em que o individuo apresenta alterações de comportamento por mais ou menos 6 meses. Esses episódios podem apresentar: variação de humor, tristeza, falta de energia, falta de prazer, insônia ou muito sono, falta de apetite ou aumento, pensamento e movimentos lentos, humor deprimido, falta de vontade e iniciativa para coisas comuns.

DEPRESSÃO BIPOLAR

Existe a depressão tipo 1 (contém episódios de euforia) e o tipo 2 (episódios de euforia menos intensa). Fora do comportamento de euforia, os sintomas apresentados são iguais a qualquer episódio depressivo.

Momentos de euforia podem ser caracterizados por: hiperatividade, aumento na impulsividade e energia, falta de atenção, agitação, obsessão por focar em um só assunto, se ocupar com varias tarefas ao mesmo tempo.

DEPRESSÃO ATÍPICA

Essa depressão costuma vir ocorrer quando tem predomínio de falta de energia, cansaço, aumento do apetite e ganho de peso, problemas de relacionamentos, medo de rejeição, aumento excessivo de sono, tristeza e o humor apático. Os sintomas são mais leves do que a depressão maior e, normalmente, acomete adolescentes em sua maioria do sexo feminino.

DEPRESSÃO SAZONAL

Esse tipo de depressão costuma estar relacionada com o inverno, quando o individuo pode se sentir mais triste pela falta de sol. Em pais quentes como o Brasil são raríssimos esses casos. É mais comum acontecer em datas especiais, como o natal ou aniversário de ente que faleceu. Em momentos específicos do ano, as pessoas que sofrem de depressão sazonal passam a ter tristeza e os demais sintomas de depressão, mas não são prolongados.

DISTIMIA

A distimia é uma depressão em que a pessoa consegue levar a vida normalmente, porém, essa pessoa apresenta pessimismo, irritabilidade, negatividade, mau humor, isolamento social e possui uma má qualidade de vida.

O diagnóstico é mais difícil por ser facilmente confundido com mau humor e com o jeito da pessoa. Mas quando diagnosticado, o tratamento é feito através de medicação e costuma melhorar os sintomas.

TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR

O quadro de transtorno depressivo maior é apresentado após os 30 anos de idade, no qual o individuo apresenta os sintomas depressivos por mais de 6 meses, sendo um caso mais grave e podendo ter relação com fator genético. Ocorre uma alteração química no cérebro que pode ter como causa algum problema físico ou emocional.

DEPRESSÃO PÓS-PARTO

Acontece quando há queda brusca dos níveis hormonais na gestação que pode resultar em um quadro depressivo.

DEPRESSÃO PSICÓTICA

Apresenta tristeza e os demais sintomas comuns de quem tem depressão, porém, apresenta junto sintomas incomuns como delírios e alucinações (ouvem vozes depreciativas e veem vultos). Apesar de ser uma depressão muito grave, são raros os casos de depressão psicótica.

DEPRESSÃO DE FOCO ANSIOSO

Acontece quando a mesma pessoa tem ansiedade e depressão, podendo a ansiedade gerar depressão ou vice-versa. Assim como os outros tipos de depressão não tem causa confirmada, cada individuo apresenta seus motivos para desenvolver tais doenças psiquiátricas.

Os sintomas são: Alterações do apetite, insônia ou muito sono, cansaço, angustia, apreensão e desesperança, delírio, descontrole dos próprios pensamentos, dificuldade em se concentrar, perda de libido, dor e tensão muscular, falta de ar, hiperatividade, irritabilidade, medo, perda de memória, preocupação exagerada, mal estar, perda em fazer o que gosta, falta de prazer, tristeza.

Qualquer tipo de depressão deve ser avaliado e diagnosticado por um médico psiquiatra para que seja possível iniciar o tratamento da melhor forma para cada paciente.

6 LIÇÕES QUE A VIDA NOS ENSINA

A vida tem seus quebra-cabeças e suas pegadinhas, mas é numa dessa que tiramos as maiores lições de vida. Normalmente não damos ouvidos a um conselho para evitar a queda até passar pela situação e ter a experiência vivida, que se torna uma lição aprendida. O problema é quando aprendemos tarde demais por sempre subestimarmos o universo e as pedras no caminho.  

A vida é linda, colorida e mágica. Nós é que complicamos demais. Às vezes passamos tanto tempo complicando o simples até perceber que a questão toda era de nível fácil. Claro que problemas, imprevistos e coisas ruins acontecem com pessoas boas, mas com o passar dos anos, vamos aprendendo a levar a vida com mais leveza, sem culpar Deus e o mundo por tudo de errado e sendo grato pelas coisas boas que temos.

NÃO COMPARE A SUA VIDA COM A DOS OUTROS

Já dizia sua mãe “Você não é todo mundo” e essa é uma das maiores verdades da vida. Ninguém vai ter uma vida igual a sua e vice-versa, nem mesmo um irmão gêmeo. Cada pessoa tem suas próprias experiências, ensinamentos, decepções e vitórias. Em alguns momentos a vida de um amigo, por exemplo, pode até parecer mais fácil e melhor do que a sua, mas mal sabe você que ele também tem seus momentos turbulentos.

CARÁTER NÃO SE MEDE POR CONDIÇÃO FINANCEIRA

Dinheiro é bom? Claro que sim. Mas isso definitivamente não pode ser um medidor de personalidade e bom caráter. A vida nos mostra que muitas vezes o dinheiro não pode ser levado em consideração. Há muitas pessoas boas que não possuem um poder aquisitivo alto e também há pessoas ricas que não podres por dentro. Quem vê cara, realmente não vê coração!

NÃO CULTIVE ÓDIO E MÁGOAS DO PASSADO

Passamos anos e anos guardando aquela mágoa do passado que só nos traz dor e tristeza. Até que um dia, descobrimos que foram anos perdidos que poderiam ter sido vividos de uma forma feliz. No final das contas, percebemos que não vale a pena cultivar o rancor dentro de nosso coração.

SE NÃO DEU CERTO AGORA, TENTE NOVAMENTE

Com os anos, aprendemos a tropeçar, cair, mas levantar logo em seguida. Frustrações estão ai para serem superadas e a melhor forma é levantando a cabeça e seguindo em frente.

VALORIZAR AS PESSOAS ENQUANTO ESTÃO VIVAS

Ah, essa é uma lição que demoramos a aprender. Deixamos de passar o tempo com nossa família ou amigos e só percebemos a falta que esses momentos fazem quando não temos mais a oportunidade de vivê-los. Às vezes, tomamos essa lição tarde demais.

NÓS SOMOS RESPONSÁVEIS PELA NOSSA PROPRIA FELICIDADE

Não podemos deixar outra pessoa definir nossa felicidade e, ao mesmo tempo, não podemos nos responsabilizar pela felicidade de alguém. Isso é algo que apenas nós mesmos podemos ser responsáveis, pois cada pessoa sabe o que a faz feliz.

Só aprendemos essa lição quando alguém que amamos nos faz mal, infeliz e frustrados. Chega um momento da vida que percebemos que merecemos mais e que somos donos de nosso destino e felicidade.

A vida é assim: você nasce sem saber nada, cresce quebrando a cara e morte com muitas lições aprendidas. Tem coisas que aprendemos a tempo, já outras não. Basta a gente usar a sabedoria e aprender com cada passo dado, seja ele bom ou ruim.

COMO FALAR SOBRE A MORTE COM UMA CRIANÇA?

O luto precisa ser vivido por cada um de nós e isso também inclui as crianças. É claro que a forma de dar uma noticia dessa magnitude precisa ser com delicadeza. Quando se trata de crianças, é preciso explicar de forma calma e com amor, sem criar a expectativa de que eles vão entender de primeira. Até os 7 anos de idade, as crianças ainda não compreendem bem o fato de alguém próximo ter falecido. Por isso, é importante falar a verdade, explicando que essa pessoa não vai mais estar por aqui, mas que sempre estará em seu coração.

Não é recomendado por psicólogos dizer que o ente querido foi viajar, que se mudou ou que virou estrela, pois isso pode prejudicar o entendimento da criança, impedindo que ela entenda que a morte faz parte da vida. Mesmo que a intenção dos pais seja de aliviar o sofrimento dos filhos, isso pode dificultar a compreensão e a experiência de passar por esse momento, que futuramente pode virar uma saudade boa.

É normal que a criança apresente um comportamento diferente, porém temporário. Eles podem apresentar insônia, pesadelos, raiva, irritabilidade, impaciência, falta de apetite ou muito apetite, e claro a tristeza. Os pequenos também vivenciam as 5 fases do luto, e como todos nós, também superam essa tristeza. A vida é feita de despedidas e os pais precisam ensinar aos filhos a passarem por esse momento e a superá-los. Quanto mais informações ela receber menos doloroso será o luto

É muito importante deixar o diálogo, o colo e o abraço abertos para os filhos nesse momento delicado. O acolhimento, a conversa e a união dos familiares vão fazer com que esse momento seja mais leve para as crianças.

Além da hora de dar a noticia, há outro momento crucial: o velório. Não antecipe a reação da criança. Explique para ela o que é esse ritual de passagem e pergunte se ela deseja ir. Caso a resposta seja não, respeite. Mas é legal fazer um ritual com essa criança, como: escrever uma carta ou soltar um balão, por exemplo. É preciso que as crianças tenham uma despedida do ente querido, mesmo que não seja indo ao funeral. Jamais obrigue a criança a ir ao velório, isso pode ser muito impactante para ela. E caso ela deseja ir, esteja ao lado da criança e seja um apoio para ela nesse momento delicado.

O amor e o apoio são as melhores formas de passar pelo luto. Saiba que com o tempo, tudo vai ser retomado e a vida vai seguir em frente.  Lembre-se de não tirar a criança dessa experiência, mesmo que seu intuito seja poupá-lo. Esse é um processo natural da vida e precisamos ensina-los a passar por ele.

A DOR DO ABANDONO QUE A MORTE NOS TRAZ

Essa é uma daquelas horas em que não conseguimos ser racional, porque nunca estamos preparados para isso. Despedidas fazem parte da nossa trajetória de vida, nós é que não sabemos lidar com elas.  Ainda não consegui me desvincular do sentimento de ter sido abandonado, mesmo sem você ter escolhido ir embora.

Ninguém imagina que a cada dia que passa me esvazio mais de você e me encho de um vazio sem nome. E você nem sabe o quanto isso me devora por dentro. Só de pensar que eu nunca mais vou te ver, sinto o mundo desmoronar aos meus pés.

Sabe, queria que o tempo te trouxesse de volta, a gente de volta, como se ele nunca tivesse levado você. E agora, para quais olhos eu vou olhar no meio a multidão e sentir a gratidão de poder dividir minha vida com uma pessoa tão incrível?

Eu só queria aquele abraço apertado, um beijo na testa, o adeus de despedida. Mas não funciona assim né. A gente nunca sabe quando será o fim da nossa corrida. E isso dói ainda mais, mesmo sabendo que aproveitamos cada momento, até mesmo aqueles de brigas bobas. O importante é que estávamos juntos apesar de tudo.

Seu abandono foi repentino, como se alguém tivesse arrancado com toda força o band-aid de um machucado. Doeu, e ainda dói. Você se foi e eu fiquei, mas meu coração foi junto com você. Talvez a gente ainda se encontre de novo, em algum lugar, em outra vida, em outro plano. E talvez você sorria pra mim, porque essa dor já vai ter passado e estaremos juntos novamente.

Até breve, eu espero…

COMO CONTROLAR UMA CRISE DE ANSIEDADE?

A ansiedade é uma emoção comum no ser humano quando passamos por algum problema, estresse, pressão ou decisões difíceis no dia a dia. Mas ela passa a ser um problema de saúde quando se torna excessivamente frequente, o chamado de distúrbio de ansiedade.

O grande problema é quando as crises de ansiedade passam a prejudicar o dia a dia do ansioso. Por isso, alguns exercícios podem ser feitos para amenizar as crises.

SINTOMAS

– Falta de ar ou sensação de asfixia;
– Tontura ou desmaio;
– Coração acelerado;
– Tremor ou agitação;
– Náusea, dor de estômago ou diarreia;
– Sensações de dormência ou formigamento;
– Calafrios;
– Dor ou desconforto torácico;
– Medo de morrer;
– Medo de perder o controle.

RESPIRAÇÃO E RELAXAMENTO

1 – Pense que seus pensamentos negativos são temporários e que logo vão passar;

2 – Relaxe seus músculos e esteja em uma posição confortável;

3 -Acalme sua respiração e siga os seguintes passos:

– Esvazie os pulmões e em seguida, inspire devagar pelo nariz até encher os pulmões;

– Expire suavemente até esvaziar os pulmões;

 4 – Acalme-se da forma que melhor seu corpo reage. Invista na respiração e no pensamento positivo.

Antes de qualquer coisa, é recomendado consultar um médico psiquiatra para avaliação e tratamento adequado. Jamais se auto medique!

VOCÊ MERECE SER FELIZ, SABIA?

Muitas vezes você se crucifica por algo que aconteceu no passado; se culpa; se maltrata, não se da uma segunda chance; não pensa na possibilidade de ser feliz novamente.

A felicidade na verdade é uma conquista. Ela está ali em algum lugar, mas ela não vem assim do nada. Você precisa ir atrás dela. Já ouviu dizer que o que vem fácil, vai fácil? Então, a felicidade é uma dessas coisas.

Você é responsável por ser feliz. Não adianta tudo estar bem ao seu redor se você não se permitir abraçar a felicidade. É preciso enxergar fora da atmosfera de insatisfação. Nem tudo na vida será perfeito, mas é possível ser feliz com as coisas que você tem na vida.

Você ignora a si mesmo; negligência seus sentimentos; reprime sua própria voz; por dentro você está gritando, mas por fora, está esboçando um belo sorriso.

Acho que chegou a hora de quebrar essa corrente de negatividade e olhar o lado brilhoso da vida. É a hora de você acreditar que merece ser feliz.

A autocritica é fundamental para iniciar a corrida atrás da felicidade; mudar o que te incomoda; investir em sua saúde física e mental; respirar ar fresco; conhecer pessoas e lugares novos; se dar a tão rejeitada segunda chance.

Ninguém pode ser feliz por você. Essa é uma tarefa unicamente sua. E olha, essa é uma tarefa que, quando alcançada, te enche de uma energia renovadora. É um remédio natural que age de dentro pra fora.

Eu gostaria de te dizer qual é a direção que você precisa seguir, mas para cada pessoa há um caminho diferente. Eu caminhei por muito tempo e até pensei que fosse impossível chegar no final da estrada, mas eu cheguei. Corri nos últimos segundos e abracei a felicidade como se fomos amigos muito antigos que já não se viam há muitos anos. E de certa forma, era isso mesmo.

Eu fui tomada por uma sensação de bem-estar como quando tomamos um copo d’agua gelada em meio ao verão. Foi um dos melhores momentos da vida. E depois disso, todas as pessoas ao meu redor perceberam o efeito da minha tão sonhada felicidade.

Agora, é a sua vez!